domingo, 21 de abril de 2013

Atividade Substitutiva I


Sistematizando o conhecimento

1.     Na pintura medieval, as pessoas não eram representadas da forma como nós vemos, pois não havia a preocupação com noções de profundidade e proporcionalidade. Observe as imagens a seguir, que representam as Três Graças, deusas da Antiguidade clássica. Depois, responda às questões.
a.                                                                                         
  
As Três Graças, Iluminura de manuscrito italiano, século XIV.

b.

Detalhes de A primavera, de Botticelli, século XV, em que  estão  representadas as Três Graças.







2.       Leio os textos a seguir.

Texto A               

[...] a ciência é apenas um degrau, uma escada, um instrumento, que conduz a Deus. O homem não conhecerá a Deus pelas categorias do raciocínio, mas na pura contemplação. A razão conduz até as portas da mística e, então, cala para ceder lugar à graça. Penetrar neste último estágio da contemplação e do êxtase é tarefa fora do alcance das forças humanas.
Urbano Zilles. Fé e razão no pensamento medieval. Porto Alegre: Edipucrs, 1993, p. 100. (Filosofia 1).

Texto B

Devo primeiramente fazer alguns experimentos antes de prosseguir, pois é minha intensão mencionar a experiência primeiro, e então demonstrar pelo raciocínio por que tal experiência é obrigada a operar de tal maneira. E essa é a regra verdadeira que aqueles que especulam sobre os efeitos da natureza devem seguir.
Fritjof Capra. A ciência de Leonardo da Vinci: um mergulho profundo na mente do grande gênio da Renascença. Trad. Bruno Costa. São Paulo: Cultrix, 2008, 2008. P. 7.



                          Atividade relacionada ao exercício II


3.       O texto a seguir foi escrito pelo renascentista francês François Rabelais, que viveu entre os anos 1494 e 1553. Chamado Gargântua e Pantagurel , esse texto apresenta críticas à hierarquia da Igreja. Leia-o.

(A ilha era habitada por pássaros) grandes, belos e polidos, em tudo semelhantes aos homens da minha pátria, bebendo e comendo como homens, digerindo como homens, dormindo como homens... Vê-los era, uma bela coisa. Os machos chamavam-se clerigaus, monagaus, padregaus, abadegaus, bispogaus, cardealgaus e papagau  - este era o único da sua espécie... Perguntamos porque havia só um papagau. Responderam-nos que... do clerigaus nascem os padregaus... dos padregaus nascem os bispogaus, destes os belos cardealgaus, e os cardealgaus, se antes não os leva a morte, acabam em papagaus, de que ordinariamente não há mais que um, como o mundo exige apenas um Sol... Mas donde nascem os clerigaus?... – Vêm dum outro mundo, em parte de uma região maravilhosamente grande, que se chama Dias-sem-pão, em parte doutra região Gente-de-masiada... As coisas passa-se assim: quando, nalguma família desta última região, há excesso de filhos, corre-se o risco de a herança desaparecer, se for dividida por todos; por isso, os pais vêm descarregar nesta ilha Conrcundal os filhos a mais... [...]. Maior número ainda vem de Dias-sem-pão, pois os habitantes dessa região encontram-se em perigo de morrer de foma, por não ter com que se alimentar e não saber nem querer fazer nada, nem trabalhar em arte ou ofício honesto, nem sequer servir a outrem... então voam para aqui, tomam aqui este modo de vida, e subitamente engordam e ficam em prefeita segurança e liberdade.
François Rabelais, Gargântua e Pantagruel. In: Adhemar Martins Marques e outros. História moderna através de textos. 11 ed. São Paulo: Contexto, 2005. P. 94-5. (Textos e documentos).





                          Atividade relacionada ao exercício III

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